30 de abr de 2009

Paciência

Paciência, é o que todos me dizem... ok,ok você venceu e voltarei a contar até 10 lembrando que se chegar no nove e não tiver passado... continue nele e passe para o 10 apenas quando a poeira baixar!

17 de abr de 2009

"Há um cais de porto, Pra quem precisa chegar"

A clássica música dos Paralamas do Sucesso ao meu ver em sua melhor versão!"Eu vou chamar um cara..." muito bom Gal Costa e Hebert Vianna.

16 de abr de 2009

A vida sempre nos surpreende!


Em nossa vida passamos por diversas experiências, nem todas boas, nem todas de um todo ruins porém essa é a vida. O que seriam dos dias chuvosos sem um lindo nascer do sol de um dia de verão? O que seria dos dias alegres se não existissem os tristes?

Bom, tudo isso pra dizer que no decorrer de nossas histórias tudo acontece.Os momentos difíceis sempre vem e é neles que precisamos ser mais fortes para superar desafios e nos tornarmos mais completos, mais sagazes, mais corajosos. Talvez pensem "muito fácil na teoria mas na prática...".

E concordo tudo na teoria é mais fácil, mais cômodo e menos dolorido. Em compensação a prática te dá bagagem, acúmulo e sobretudo, te faz nunca deixar de acreditar que um dia tudo será diferente porém daqui a alguns minutos nada mais talvez seja igual.

Chamamos de dialética depois que você passa a compreendê-la, nunca mais verá o mundo da mesma forma... parafraseando uma professora que tive em alguns cursos marxistas a grande Madalena Guasco - "Nada é. Tudo está sendo..."

Pois então, hoje a vida me deu uma surpresa! Aquilo que tem sido muito verdadeiro, intenso e apaixonante ficou muito mais perto de se tornar real. Agora nos resta acalmar o coração, manter o que amamos próximo e cuidar de cada fissura causada no peito para que todas cicatrizem rápido.

É meu amigo, é hora de recomeçar! Olhar pra frente e não parar, hora de se abraçar e caminhar rumo ao que mais queremos... ser feliz.

9 de abr de 2009

Só Deus Pode me Julgar

RPB Festival


O Festival RPB - Rap Popular Brasileiro, tem o objetivo de propagar a cultura Hip Hop, ou seja, ele vem com a proposta de apresentar e divulgar novos grupos e cantores de rap, abrindo espaço para novas expressões artísticas e culturais deste gênero, que não são tão conhecidas pelo grande público. O que estimula o mercado musical nacional do rap, trazendo a tona à arte que nasceu nas periferias do mundo.

Realizado pela Central Única das Favelas - CUFA, o evento reunirá grupos de todos os estados, incluindo o Distrito Federal. Haverá disputas estaduais que classificarão os concorrentes para a final nacional a ser realizada no Rio de Janeiro, tudo isso nos meses de junho e julho. Vão ser dois meses de muito rap em todo Brasil.

Para incentivar a galera, a organização do festival vai premiar em dinheiro os grupos ou cantores de rap que mais se destacarem. Não fiquem fora dessa, preparem seu material e participem!

RPB Festival – Rap Popular Brasileiro

O Bonde não pára!

RPB Festival, o maior festival de novos talentos do rap, o único do gênero em território nacional, vem com a missão de abrir espaço para a música que embala o movimento Hip Hop e seus porta-vozes darem seu recado e mostrarem seu talento.
Realizado pela CUFA – Central Única das Favelas – nos 27 estados do País, o RPB Festival promoverá no mês de junho de 2009 as eliminatórias estaduais que classificarão para a final nacional.

No dia 26 de julho, sob o Viaduto Negrão de Lima (em Madureira, Rio de Janeiro-RJ), no Centro Cultural da CUFA, adeptos do Hip Hop de todo o País se reunirão para elegerem juntos a cara e o som da nova geração do rap nacional.
“Muitos sons e talentos serão revelados nos palcos do RPB nos quatro cantos do Brasil, alem de revivermos o calor dos grandes festivais” – diz Nega Gizza , diretora do festival

Eliminatórias Estaduais

Sendo a CUFA uma organização instituída em todo o território nacional, é de responsabilidade da CUFA de cada Estado a realização das eliminatórias estaduais em conformidade com a concepção nacional. Com isso, temos a certeza de levar para a etapa final um amplo e atualizado panorama da cena Hip Hop brasileira, com o know-how e a qualidade dos realizadores do maior festival de Hip Hop da América Laitna, o Hutúz.

Inscrição e critérios de classificação
Um dos critérios fundamentais para inscrição de grupos e artistas solos é o ineditismo da música. Assim garantimos acesso ao mercado musical para artistas que buscam espaço e oportunidade para mostrar seu trabalho.
Voto popular e do júri especializado são computados e revelam através de somatório simples a classificação dos grupos que se apresentaram corridamente. Pelo júri serão avaliados os seguintes quesitos: Letra, Música e Performance de Palco.

Para os campeões nacionais, premiações em dinheiro: R$ 5 mil para o 1º colocado e a oportunidade de tocar no palco do Canecão no Hutúz 10 anos; R$ 3 mil para o 2º; e R$ 2 mil para o 3º colocado.

Para participarem os interessados devem fazer a pré-inscrição pelo site oficial do evento, no link de seu respectivo Estado. Para confirmar a inscrição, é necessária remessa de música e demais materiais solicitados no edital, cuja relação está disponível no site do evento.

As comissões organizadoras locais divulgarão através dos site e blogs estaduais os grupos e artistas classificados, e então a sorte estará lançada!

RPB RIO GRANDE DO SUL

-Montenegro
Dia: 9 de maio
Local: A/C MC PEDRÃO
RUA APARADOS DA SERRA, 111 MORADA DO SOL MONTENEGRO - RS

-Pelotas
Dia: 17 de maio
Local: A/C SANDRO ANJO DB
RUA JOSE PEDERSOLI SOBRINHO N°38 BAIRRO NAVEGANTES DOIS PELOTAS-RS.

-Porto Alegre
Dia: 11 de junho
Local: DINORA e ISADORA PISONI
RUA JOSE MONTAURY 17 LOJA 05
CENTRO DE PORTO ALEGRE

Maiores informações:
www.rpbfestival.com.br
http://rpbfestival-rs.blogspot.com/
e-mail:rpbfestivalgaucho@gmail.com

Jornalista: que formação?


Deixo aqui um texto da Soninha que foi publicado no Vermelho, no Portal da CTB e no seu Blog www.coisasdesoninha.blogspot.com. Vale a pena conferir!Jornalistas que somos, jornalistas que queremos ser....Jornalistas que teremos!

Jornalista: que formação?


O debate sobre a obrigatoriedade da exigência do diploma de jornalista para o exercício da profissão ganhou força no último período, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) anunciou o julgamento do mérito do processo que se arrasta há anos.

No meu entendimento, um debate que não pode ser encerrado. Ao contrário, deve ser feito sob a luz do tipo de comunicação que queremos no nosso país e levando em conta a tradição da esquerda mundial de formar intelectuais do povo, que pelas vias tradicionais (fundamentalmente acadêmica) não tem oportunidades.

Apenas para lembrar, tanto a Lei de Imprensa, quanto a exigência do diploma foram atos do período de autoritarismo que vigeu no país. Trata-se, portanto, de uma contenda que não diz respeito aos jornalistas e veículos de comunicação, mas a toda sociedade, pois refere-se a liberdade de expressão. Cercear o propósito de uma comunicação verdadeiramente democrática e popular, não é papel de uma federação classista como a FENAJ, muito menos da esquerda. Defender o acesso universal ao conhecimento, sim!

O jornalista é aquele que possui a capacidade de traduzir os acontecimentos relevantes em informação, respeitando os preceitos da linguagem e da escrita, estes sim, estabelecidos por regras da ortografia. Tal aprendizado pode ser adquirido na academia. Mas também pode ser adquirido na disposição e, principalmente, talento do profissional, que oferece informação e opinião de maneira plural e diversificada à sociedade.

A qualidade profissional e ética do jornalismo no país não está condicionada ao documento. Nem poderia, pois se há alguma escola que ofereça diploma de ética, deve imediatamente ser denunciada à polícia. Tampouco é possível afirmar que a ausência do certificado permite a ideologização do jornalismo. Seria afirmar que o diploma é garantia de uma imprensa neutra e imparcial, o que definitivamente não existe. Aliás, na própria academia, os professores mais sérios afiançam isso.

A limitação do exercício do jornalismo apenas para quem tem o diploma universitário do curso evita que talentos de variadas procedências possam informar a coletividade e precisa ser vista dentro do conceito de que a liberdade de expressão é uma virtude da sociedade democrática, pela qual, muitos de nós, fomos às ruas.

Não podemos e não devemos negar a importância da academia, mas não podemos acolher que só os que nela passam são capazes, qualificados, éticos. Exemplos não faltam para comprovar.

O que queremos é uma sociedade bem informada. O Brasil precisa ampliar a qualidade da comunicação, que passa obrigatoriamente pelo exercício de um jornalismo plural e diversificado, sob os mais variados matizes, enfoques, critérios de seleção, de interpretação da notícia. E não está condicionada a exigência do título, que acaba por ser uma posição excludente, corporativista e socialmente preconceituosa.

Para ilustrar:

Mino Carta -
Iniciou sua carreira jornalística em 1950 como correspondente do jornal Il Messaggero, de Roma. Entre 1957 e 1960, trabalhou como redator nos jornais La Gazzetta Del Popolo, de Turim, e Il Messaggero de Roma, período em que também foi correspondente do Diário de Notícias, do Rio de Janeiro. Em 1960, já morando no Brasil, fundou a revista Quatro Rodas, pela Editora Abril, pioneira no segmento automobilístico e principal título do setor até hoje. Em 1964, fundou a edição de Esporte do O Estado de S. Paulo, jornal de maior circulação do País. Em 1966, criou e dirigiu o Jornal da Tarde. Em 1968, fundou Veja, pela Editora Abril, primeira revista semanal de informação do País. Em 1976, fundou a revista IstoÉ , pela Editora Três, segunda semanal de informação do País e concorrente de Veja. De 1982 a 1988, foi diretor de redação da revista Senhor, da Editora Três. De 1988 a 1993, foi diretor de redação da revista IstoÉ, da Editora Três. Em 1994, fundou a revista CartaCapital.

Paulo Henrique Amorim é jornalista desde quando os bichos falavam. Trabalhou na Manchete, Abril, Jornal do Brasil, Globo, Bandeirantes, Cultura, está na Record; foi do Zaz, Terra, UOL, iG e hoje é responsável pelo portal independente Conversa Afiada, localizado em algum ponto da WEB 2.0. Escreveu o livro "Plim-Plim - A Peleja de Brizola contra a Fraude Eleitoral". Formado em Sociologia e Política, não se utilizou nem de uma nem de outra “ciência” para ganhar a vida.

7 de abr de 2009

"Eu preciso aprender a só ser"


Sabe, gente.
É tanta coisa pra gente saber.
O que cantar, como andar, onde ir.
O que dizer, o que calar, a quem querer.

Sabe, gente.
É tanta coisa que eu fico sem jeito.
Sou eu sozinho e esse nó no peito.
Já desfeito em lágrimas que eu luto pra esconder.

Sabe, gente.
Eu sei que no fundo o problema é só da gente.
E só do coração dizer não, quando a mente.
Tenta nos levar pra casa do sofrer.

E quando escutar um samba-canção.
Assim como: "Eu preciso aprender a ser só".
Reagir e ouvir o coração responder:
"Eu preciso aprender a só ser."

Composição: Gilberto Gil

Eu preciso aprender a ser só

Coração que dispara e pára
uma falta de ar
Um buraco que parece
me engolir, de dentro pra fora
O brilho dos olhos
some um pouco a cada dia
definitivamente
Preciso aprender a ser só!

3 de abr de 2009

Cats


Eu prefiro Cazuza
Ele o Frejat
Eu amo o samba
Ele o Rock
Seguimos assim
Umas misturade samba e rock!

1 de abr de 2009

Computador!



O computador
Não computa a
Puta dor
do dia-a-dia

Augusto Nesi

Uma pequena lembrança desse que em meu conceito é um dos grandes poetas marginais da atualidade.

Paixão


A janela aberta deixa entrar o mundo como espelho
E invade teu quarto com a brisa que te dou como carinho.
Em noites como esta, que ardendo em desejo
Me procuras em tua cama.
Perdido entre lençóis e nuvens que outrora tocava com as mãos.
Mas teu corpo sabe a resposta.
E grita aos quatro cantos nossos mais loucos segredos.
Segredos estes que finges não lembrar com tua rotina.
Mas a névoa que muitas vezes oculta o lago não o faz desaparecer.
E como aranha em sua teia, pacientemente te espero.
Pois sei que tens o que quero, preciso e mais amo.
E sei que tenho o que ama, precisa e mais quer.