22 de mar de 2009

Parabéns Porto Alegre!



Nossa linda cidade está comemorando seus 237 anos! Dos meus últimos finais de semana por aqui este foi o mais criativo, alegre e estimulante. Sou do tipo: quer me castigar... me tranque em um quarto vazio sem nada, mas deixe um rádio. Caso queira me matar me proíba de ouvir música. Sem ela não existo, sem ela a vida fica sem encanto.

Neste sábado e domingo, tivemos atividades em comemoração ao aniversário de Porto Alegre, aconteceu a chamada 24H de Cultura. Um avanço afinal de contas o nosso Prefeito e músico José Fogaça, fez pouco ou quase nada pela cultura em nossa cidade. Grande iniciativa! Em uma cidade, que transpira cultura. Que tem sede por música, por teatro, por cinema e tem uma bela fotografia. Nossos cartões postais mais bonitos como a Usina do Gasômetro teve sua rotina mudada.

Na Usina, foi Tonho Crocco e Charles Master. O segundo coma participação do Nei Van Sória cantando clássicos como Sob um céu de blues e Me leva pra casa. Músicas que marcaran e muito meu tempo de escola.E confesso "Fui pra galera" ouvindo esses sons novamente com os dois juntos. Rolou também o bárbaro Vitor Ramil na Praça da Alfândega... Eternamente uma "Louca de cara".

Hoje acordei com a passagem de som do Nando Reis no Anfiteatro Por do Sol. Que forma deliciosa de acordar, abrir a janela e olhar o Guaíba num lindo domingo que em comemoração aos 237 anos vai anoitecer ao som de Nando Reis e muita gente que apenas quer mais cultura e entretenimento.

Fui...

12 de mar de 2009

Tanto Amar

Amooo o Chico e neste final de semana pude passar um dia interirinho com a minha amiga Manuelita (gosto de chamá-la assim). Sempre que ouço lembro dela e relembro os velhos tempos 2003 quando metade do nosso olhar chamava pra luta aflita e a outra metade queria madrugar na bodeguita.Ver as pessoas que gosto felizes é o que mais amo, ainda mais quando posso dar uma forcinha.

Pra lembrar os velhos tempos...

11 de mar de 2009

O Coveiro


Uma tarde de abril suave e pura
Visitava eu somente ao derradeiro
Lar; tinha ido ver a sepultura
De um ente caro, amigo verdadeiro.

Lá encontrei um pálido coveiro
Com a cabeça para o chão pendida;
Eu senti a minh’alma entristecida
E interroguei-o: "Eterno companheiro

Da morte, que matou-te o coração?"
Ele apontou para uma cruz no chão,
Ali jazia o seu amor primeiro!

Depois, tomando a enxada gravemente,
Balbuciou, sorrindo tristemente: -
"Ai! Foi por isso que me fiz coveiro!"

Augusto dos Anjos